Faz Parte do Meu Show
  

KILL BILL, HAIL TARANTINO

 Uma encontra a maturidade - mais estrela impossível.

Atenção pessoal, fui assistir a KILL BILL 2 e a-do-rei! Ainda bem!

 

Ainda bem, porque estava bem tensa com a hipótese de me decepcionar, uma vez que não sou muito de assistir aos filmes dele. Porém, a idéia de uma mulher buscando vingança e fazendo uso de uma espada me encantou. Confesso que o medo de me decepcionar me manteve distante da primeira parte da saga, já que todos os comentários davam conta de que a segunda parte seria bem melhor, e que a primeira seria um tanto quanto excêntrica. Aí, decidi esperar pela número 2, já que não ficaria perdida, pois já estava familiarizada com os resumos da história, que de complicada não tem nada.

 

O filme é ótimo para os amantes do cinema, uma vez que homenageia dois tipos de filmes cult: os faroestes e os filmes asiáticos. A fotografia é de emocionar, bela. Uma Thurman está perfeita e Carradine, me surpreendeu – não sei se ele sempre foi bom ator perdido em “bombas”, não sei se sempre foi mal dirigido, não sei se Quentin escreveu o papel para ele, e ninguém mais, interpretar... Bom, agora, não importa, o ator terá respeito daqui em diante (a la John Travolta, talvez).

 

Os diálogos de Tarantino fascinaram meus ouvidos, e aquilo que já me fascinava sobre ele, continua: o bom gosto para escolher trilhas sonoras – a do filme é linda e remete a trilhas dos filmes homenageados. O duelo entre duas loiras geladas é de gelar o sangue, brutal. O treinamento em artes marciais necessário para todos nós e há espaço para o bom humor. Acho que os fãs do diretor, não se importaram de esperar, por seis anos, a sua volta, espetacular.

 

Agora, eu posso ver KILL BILL 1. (rs)

Obs.: Os fãs de quadrinho vão adorar a análise feita do Super Homem / Clark Kent.



 Escrito por Roberta às 16h29
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   IMENSIDÃO AZUL

Se existe algo de que Spielberg pode se orgulhar é de ter colocado os tubarões como animais extremamente temidos por mim, com os quais eu tenho a sorte de não me encontrar – coisa, que nem sequer pretendo (rs). E algo me diz que muitos de vocês também se sentem assim.

 

E acho que não vejo o oceano com bons olhos, já que não me sinto bem n’água, tenho a sensação de que não sei o que existe embaixo de mim, me sinto insegura. E o filme MAR ABERTO, só provou que estava certa. No momento em que o casal emerge e o barco não está ali esperando por eles, as personagens se sentem - e nós também - como peixes fora d’água. (Comentário infeliz! rs)

 

Num primeiro momento tentam racionalizar, esperar por socorro, mas uma espera dessas, mesmo que por dez minutos é suficiente para enlouquecer, quem dirá com o aparecimento de criaturas marítimas nada agradáveis aos olhos de quem assistiu ao filme TUBARÃO. Imagino o porquê! (rs)

 

Mas voltando ao que interessa, o filme apesar de ter o perfil de independente, pés fincados no realismo, simplicidade e econômico em sua duração, cumpre a função de um excelente suspense, o espectador gruda na cadeira, se arrepia, torce, contorce, e sai do cinema achando o oceano um pouco menos fascinante. O pior é imaginar que é baseado em fatos reais. Dois casos de pessoas esquecidas no mar já foram registrados, em 1974 e 1998.

 

Em tempo, os atores desconhecidos estão excelentes. Transmitem medo, insegurança, fé, coragem como qualquer um de nós e não heróis. E pensar que tiveram que gravar com tubarões de verdade. Cruzes.

 

Filmaço!



 Escrito por Roberta às 17h17
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EU E OS BAR

 

 

Nessa quinta-feira, ao chegar em casa, recebi uma notícia triste, o pai de uma amiga havia falecido. Por alguns minutos não sabia bem o que fazer, só conseguia me lembrar de muitas coisas. Principalmente de que havia falado com ele na terça-feira, feriado. Érika, minha amiga, havia ligado no sábado, dizendo que estava na cidade (ela mora em Patrocínio). Então liguei para ver se ela queria almoçar comigo e ele atendeu, infelizmente, ela não estava, mas me disse que ela não demoraria e que iria pedir para ela me ligar.

 

Conheci Érika no segundo ano do colegial, era um ano de adaptação, pois eu não fiquei na mesma turma do primeiro ano e ela veio da turma da tarde.

 

No início, só nos cumprimentávamos e acho que nos observávamos, pois anos depois, comentamos o que uma pensou da outra à primeira vista. Eu a achava calada e que observava tudo, ela achava que eu observava demais, pois, às vezes, olhava demais para alguém. (rs) Na verdade, quando olho fixo para um lugar estou pensando em algo que não tem nada a ver com o que está acontecendo ao meu redor. E sou distraída, ela é bem mais atenta que eu.

 

Bom, nos aproximamos bastante, e no terceiro colegial, só nós duas fomos mudadas de turma, enquanto todos os nossos amigos continuavam na mesma sala. É mole? Olhamos uma para outra inconformadas e fomos falar com a supervisora que prontamente nos retornou para a galera. (rs) Um mistério até hoje não solucionado. Mas acho que o que importa mesmo é que estávamos juntas, inclusive em maus momentos.

 

Continuamos muito amigas, apesar de termos escolhido cursos diferentes, eu, Direito, ela, Psicologia. Eu ia muito até sua casa, que era perto da faculdade. Na verdade, eu já ia até lá antes. (rs) E com isso, conheci a família toda, a mãe, Dona Helena, o pai, Sr. Celso, os irmãos, Maíra, Sílvia e Lindolfo (Dote).

 

E então, na quinta, senti que havia perdido outra parte da minha vida. Sr. Celso se foi e eu fiquei me lembrando, de como ele me lembra do meu próprio o pai, os dois têm traços de personalidade parecidos (mesmo signo, Sagitário). Detalhe: nossas mães também são taurinas. Engraçado! Dele lendo jornal na mesa, fazendo caipirinhas para nós duas, chegando com sacolas do supermercado, rindo de alguma bobagem que eu dizia, enquanto Érika me olhava como que dizendo: “Como você diz isso na frente do meu pai?” (rs) Bom, mas vocês me conhecem: eu e minha língua, minha língua e eu.

 

E volta e meia, eu pensava: “Como isso foi acontecer? Eu falei com ele na terça!” Insensato, eu sei, mas quem não o é numa situação dessas?

 

De sensato mesmo, só nos resta afirmar, como foi dito durante o velório, é que ele deixa saudades em nós e que leva saudade de nós, também. E eu só posso desejar PAZ, para ele, para Érika, para toda a família, meus amigos há mais de 10 anos. Minha nossa! Quanto tempo! Parece que foi ontem.



 Escrito por Roberta às 12h11
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SUPERMAN

 

 

 

Bom, como vcs já devem estar sabendo, ontem faleceu, aos 52 anos, Christopher Reeve, o Superman dos cinemas. Perdi meu primeiro símbolo sexual. Quando, ainda criança, eu assistia aos filmes e via aquele moreno alto, bonito e sensual, me perdia em mil fantasias românticas.(rs)

 

Brincadeiras à parte, Reeve representa o herói mais poderoso dos gibis na memória de muitos. E passou a representar para estes um homem corajoso na vida real, a partir do acidente que tornou tetraplégico um homem bem nascido, inteligente, amante de esportes e fisicamente privilegiado. Na época, sua mãe chegou a querer que fosse permitido desligar os aparelhos do filho. Sua mulher, porém, insistiu para que ele continuasse lutando.

 

E foi o que ele fez. Às custas de horas e horas diárias de fisioterapia, apareceu na festa do Oscar menos de um ano após o acidente. Dirigiu um bom filme. Lutou pelo apoio às pesquisas com células-tronco, as quais pareciam ser uma das grandes possibilidades para casos como o dele. Fez uma participação especial no seriado SMALLVILLE, como um cientista que sabe da existência do planeta Krypton, para a alegria de milhares de fãs do Homem de Aço.

 

Um homem forte, o que é raro no mundo. Deixa saudades, mas espero que seu espírito voe mais alto do que seu mais famoso personagem, e que ele encontre paz.

 



 Escrito por Roberta às 16h43
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Excuse moi, je ne parle pas le Français!

 

Olá, tudo bem com vcs? Espero que sim.

 

Comigo está tudo numa boa. Estou trabalhando muito nesse fim de ano (muitos alunos particulares). Ainda bem, porque trabalho nunca é demais.

 

Para completar resolvi fazer algo para relaxar. A princípio, pensei em fazer yoga ou tai-chi, porém não consegui nenhum horário compatível com minha agenda. Então, o que fiz? Marquei hora para fazer massagem. E, tenho que dizer-lhes, é  ó-ti-mo! rs...

 

Minha primeira sessão foi na sexta e já deixei outra marcada, pois sou uma garotinha esperta. rs...

 

Ganhei dois CD’s ontem de uma prima, Neli. Um é dos Bee Gees, outro do Charles Aznavour. Sei que muitos de vcs vão rir e pensar: “O quê!? A Roberta ouvindo música francesa!? Impossível!” E não os culpo por pensar assim, afinal não sou muito fã da língua francesa e nem do povo francês, o qual considero deveras antipático, rs...

 

Acontece que, o bendito CD é uma coletânea de sucessos de Aznavour, os quais estão no subconsciente de muitas pessoas, inclusive no meu e no de muitos de vcs. Com isso, quero dizer que as músicas são clássicos. Sim, clássicos. Primeiro porque marcaram a vida de muitos, segundo por serem de um intérprete / compositor apreciado mundialmente, ou seja, bem ou mal, fazem parte da história da música.

 

Lembrem-se que a França já foi muito mais louvada do que é, hoje em dia. E olha que milhões de pessoas ainda suspiram por Paris, ainda sonham em visitá-la e pensam em romantismo, classe e bom gosto. Então, para sentir a França mais próxima, ouça Aznavour. Afinal, a nostalgia também faz bem.

 

P.S.: Ele gravou muitas músicas em inglês. Ainda bem! 



 Escrito por Roberta às 15h39
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AVENTURAS DE UM DOMINGO DE ELEIÇÕES

 

Como sempre faço em dias de eleição, acordei, tomei um banho e chamei minha mãe para votarmos, uma vez que eu e ela votamos no mesmo lugar: no Estádio do Parque do Sabiá.

 

Pois bem, lá fomos nós a pé, porque o Estádio é bem pertinho aqui de casa, conversando e rindo, como sempre. No meio do caminho, observo que está tudo muito limpo e que não estamos sendo abordadas por ninguém. Quanto mais nos aproximávamos, mais espantada e contente eu ficava. Pensava: "Nossa, como o pessoal da cidade está civilizado! Caramba!" Foi, então, que a má notícia nos atingiu na forma de uma vizinha fofoqueira. De quem mais!?

 

Indignada, ela nos informou que todos nós, que votávamos no Estádio, havíamos sido remanejados para diferentes locais de votação pelo bairro. Boquiabertas procuramos algumas pessoas que tinham as listas de locais de acordo com o número das seções. Por sorte, eu e minha mãe fomos para a mesma escola.

 

Assim que recebi a notícia senti saudades imensas do meu carro, rs... Porém, concordei com minha mãe de irmos a pé mesmo por estarmos já no meio do caminho. Ai, ai... rs...

 

Resultado, gastamos uma hora para fazer algo que nos tomava somente meia hora, mas é a vida... rs... Tudo bem, estou de volta, sã e salva, e com o dever eleitoral cumprido, por hora. Agora, só me resta torcer para que um milagre aconteça e no segundo turno não haja dois candidatos do mesmo grupo político, como parece que vai acontecer. Aí, infelizmente, eu terei de anular meu voto pela primeira vez. Que tristeza! Justo eu, que realmente uso meu voto para me manifestar.

 

Bom, mas não podemos vencer todas as lutas, não é? Enquanto isso, vou curtindo o CD do Djavan, que é sempre bom para curtir a vida e o clima ameno que, finalmente,  chegou à Uberlândia. Estou esperando ansiosamente por uma chuva bem forte. Adeus, enxaquecas!!!! Adeus, insônia!!!!!!

 

P.S.: Que a minha aventurazinha sirva para eu assistir mais a TV aberta. rs... Brincadeira, a maioria das pessoas, também não sabia da mudança. Então, continuo assistindo a programação da TV paga.



 Escrito por Roberta às 10h54
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